Inglês para devs · aulas 1:1 online
Você lê documentação, entende issue, acompanha conferência. Aí chega a call com o recruiter, a daily com o time e o system design em inglês, e o que trava não é a técnica. Aulas individuais com foco em falar sob pressão, para a vaga lá fora deixar de ser hipótese.
Aula 1:1 ao vivo, sempre com o mesmo professor. Começa pela aula diagnóstica, que é sem custo e sem compromisso.
01 Situações reais
O currículo passou, o take-home passou, e aí vem a call de 30 minutos em inglês. Você entende tudo que ela pergunta e responde metade do que sabe, porque montar a frase custa caro no meio da resposta. O processo morre num lugar que não tem nada a ver com código.
No Slack você é ótimo: escreve, revisa, manda. Ao vivo o áudio corre, alguém interrompe, o sotaque indiano ou escocês entra, e você vira a pessoa que só concorda com a cabeça. Quem fala menos na call pega menos escopo, e menos escopo vira menos promoção.
A vaga em dólar está aberta, você tem a stack inteira, e você não se candidata. Filtra só o que aceita 'inglês intermediário', aceita a proposta em real e segue. Não foi rejeição: foi autoexclusão, e ela custa caro todo ano.
02 Seu professor

O Micael fez MBA, mestrado e doutorado inteiramente em inglês, com vivência nos EUA e na Europa. Ou seja: passou anos sendo avaliado em inglês, ao vivo, por gente que não ia repetir a pergunta mais devagar. É exatamente a situação de uma entrevista técnica.
Há mais de 10 anos ele forma profissionais que precisam performar em inglês na frente dos outros, de mercado financeiro a alto escalão. Na aula, o alvo não é você saber mais gramática: é você conseguir responder no ritmo em que perguntam.
O Micael é o fundador da Lingualize, a escola que há mais de 10 anos forma profissionais bilíngues com o método ANLF. As ferramentas que a escola usa (corretor de redação, teste de nível, leitor de notícias) são construídas em casa, então aqui ninguém precisa te explicar o que é um pull request.
Profissionais destas organizações já estudaram conosco



03 O inglês que a gente treina
Aula de inglês genérica te ensina a pedir informação no aeroporto. O seu problema é outro: são situações específicas, com frases que se repetem e um jeito próprio de dizer as coisas. Estas são algumas delas, exatamente como aparecem no trabalho.
Reunião curta é o pior cenário para quem monta a frase antes de falar. O treino aqui é de automatismo: as fórmulas saem prontas, e sobra cabeça para o conteúdo.
É aqui que o brasileiro soa ríspido sem querer. O 'could we', o 'I'm not sure I follow', o hedging inteiro: é o que faz um comentário duro virar colaborativo, e isso se aprende.
Você conhece o conceito. O que falta é sustentar 45 minutos de conversa explicando trade-off em voz alta, que é exatamente o que a entrevista mede.
Sob pressão, o inglês cai um nível inteiro. Ter essas frases automatizadas é o que sustenta a sua fala quando a produção está fora do ar e todo mundo está na call.
Discordar em inglês sem soar agressivo nem sumir é uma habilidade separada. É a que decide se você é ouvido nas decisões ou só executa o que já foi decidido.
A conversa mais cara da sua carreira dura quinze minutos e é em inglês. Travar nela custa, literalmente, uma faixa salarial.
04 Preparação para entrevista
Processo em empresa gringa tem forma conhecida. Cada etapa mede uma coisa diferente, e cada uma tem um treino diferente. Você faz cada uma delas aqui primeiro, com feedback, antes de fazer valendo.
"So, tell me a bit about yourself."
Um pitch de 90 segundos que não vira autobiografia nem lista de tecnologias: contexto, impacto e por que esta vaga. Repetido até sair sem hesitação, porque é a primeira impressão inteira.
"Tell me about a time you disagreed with your tech lead."
Estrutura STAR em inglês, com as suas histórias reais. A gente monta o repertório de quatro ou cinco casos que cobrem quase toda pergunta comportamental, e treina contar cada um em dois minutos.
"Can you walk me through your thinking?"
Falar e codar ao mesmo tempo, que é a parte que ninguém treina. Narrar hipótese, plano e dúvida em voz alta enquanto digita, e pedir esclarecimento sem parecer perdido.
"Design a URL shortener for 100 million users."
Conduzir a conversa: levantar requisitos, propor, justificar trade-off, mudar de ideia em inglês sem perder a autoridade. Aqui não existe resposta certa, existe conversa bem conduzida.
"What are your compensation expectations?"
Dar número, sustentar silêncio e negociar sem pedir desculpa. Em inglês, com as fórmulas prontas, porque improvisar essa frase é o que faz muita gente aceitar menos do que a vaga pagava.
Se você já tem entrevista marcada, diga a data no formulário. O plano é montado de trás para frente, a partir dela.
05 O método
ANLF, Accelerated Neuro-Linguistic Fluency: acelera a aquisição da fluência ativando os mesmos mecanismos neurológicos da imersão, sem precisar morar fora. Foi desenhado para agenda cheia: o aprendizado acontece dentro da aula, não depende de horas de estudo paralelo depois do expediente.
O material é próprio da Lingualize e se adapta ao seu contexto: a sua daily, o seu code review, a entrevista que você tem marcada, a arquitetura que você vai ter que explicar no quadro. Não é livro didático nem lista de vocabulário técnico que você já conhece.
06 Como funciona
Uma conversa de nivelamento com o professor, sem custo e sem compromisso. Saem dali o seu nível real de fala e o mapa de onde você trava, que quase nunca é onde você acha.
Montado sobre o seu objetivo: passar na entrevista, sustentar a daily, liderar a call de arquitetura. Você vê o plano e a frequência antes de decidir qualquer coisa.
Online, com o mesmo professor do início ao fim. Você fala a aula inteira, erra na frente de alguém que corrige na hora, e não na frente do painel de entrevista.
A cada ciclo você sabe o que evoluiu e o que vem a seguir. Progresso concreto, não sensação de progresso.
07 O que você leva
Aula individual, ao vivo. Nada de turma, nada de videoaula gravada: você fala, trava, é corrigido na hora e fala de novo. É o único treino que muda o que acontece na call de verdade.
Entrevista comportamental, pitch de 90 segundos, explicar arquitetura em voz alta, responder a pergunta que você não esperava. Você erra aqui, com feedback, e não na frente do painel.
A aula usa a sua daily, o seu PR, o seu incidente da semana passada e a descrição da vaga que você quer. Você treina hoje o inglês que vai usar na segunda-feira.
Sem rodízio, sem recomeçar o contexto a cada mês. Quem te ouviu travar na primeira aula é quem vai reconhecer o progresso na décima.
08 Perguntas frequentes
Faz, e é justamente o caso mais comum aqui. Ler e falar são habilidades diferentes: quem lê documentação há dez anos costuma ter vocabulário de sobra e zero automatismo de fala. A aula diagnóstica mostra esse descompasso em quinze minutos, e o plano ataca só a parte que falta.
A Lingualize constrói o próprio software: corretor de redação, teste de nível, leitor de notícias, aplicativos. Daily, code review, incidente e system design não são cenários hipotéticos aqui, são a rotina de quem monta a aula. Na prática isso significa que você não gasta metade do tempo explicando o seu contexto antes de treinar.
Sim, e é uma parte central do plano: pitch de apresentação, comportamental em STAR, explicar arquitetura em voz alta, live coding narrado e a conversa de proposta. Tudo em formato de simulação, com feedback logo depois. Se você já tem entrevista marcada, diga a data no formulário que o plano é montado a partir dela.
O valor é apresentado na aula diagnóstica, junto com o plano, porque frequência e foco mudam de aluno para aluno e o preço acompanha. A diagnóstica em si não tem custo e não cria compromisso de contratação: você sai dela com o seu nível mapeado, tendo contratado ou não.
Pelo formulário desta página ou direto no WhatsApp. Retornamos para combinar o horário; a diagnóstica é uma conversa de nivelamento com o professor, sem compromisso.
O padrão é uma aula por semana, que é o ritmo que sustenta constância sem sufocar quem trabalha. Se o seu prazo for curto, por causa de um processo seletivo em andamento, a frequência pode ser maior. Isso se define na diagnóstica.
Sim, remarcação faz parte do combinado e é feita direto com o professor. Deploy, plantão e reunião que aparece do nada são a regra, não a exceção, e o plano já é montado contando com isso.
Não. A aula diagnóstica identifica o seu nível real e o plano parte dali. O método atende do básico ao avançado; o que muda é o ponto de partida, não a porta de entrada.
Sim, 100% ao vivo e online, com o mesmo professor do início ao fim. Nada de videoaula gravada.
09 Próximo passo
Você conversa com o professor, sai com o seu nível de fala mapeado e decide se faz sentido continuar. Três campos, sem burocracia.
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