Preparação 1:1 para o processo americano: phone screen com recruiter, perguntas comportamentais, a sua história profissional do Brasil traduzida para o que eles reconhecem — e a conversa de salário.
Eu sei fazer o trabalho. Só não consigo provar isso em vinte minutos de entrevista em inglês.





MBA, Mestrado e Doutorado obtidos em inglês, com vivência nos EUA e na Europa. Mais de 10 anos formando executivos bilíngues — especializado em mercado financeiro e alto escalão.
Criador do método ANLF e o professor dedicado das suas aulas: do diagnóstico à fluência, sempre a mesma pessoa, com o contexto do seu setor.
A preparação é o ensaio da sua entrevista, não um curso sobre entrevistas. Se a data já está marcada, a gente começa por ela.
A preparação 1:1 aqui já passou por profissionais de empresas como Banco do Brasil, BTG Pactual, Accenture e INTERPOL — em processos conduzidos inteiramente em inglês.
O recruiter liga, fala rápido, com o nome da empresa e o título da vaga embolados na primeira frase. Você perde o começo, responde ao que acha que foi perguntado e escuta 'we'll be in touch'. Não foi o seu currículo: foram os primeiros noventa segundos, que é onde se decide se a conversa continua.
'Tell me about a time you disagreed with your manager.' Você tem a história perfeita — resolveu um problema de meio milhão de dólares no Brasil. Mas conta fora de ordem, se perde no meio, volta para explicar o contexto e o tempo acaba antes do resultado. O entrevistador ouviu um caso confuso, não um profissional sênior.
Mais de 1.000 alunos — e histórias que vão do primeiro emprego ao pós-doutorado no exterior.
Conquistaram a primeira vaga em ambiente internacional — com o inglês deixando de ser a barreira.
Atravessaram fusões e aquisições negociando e se comunicando em inglês sob pressão.
Agentes da Polícia Federal aprovados para atuar na INTERPOL, com inglês de nível internacional.
Aprovados para o pós-doutorado na Columbia University (EUA), com o inglês acadêmico exigido.
O ANLF (Accelerated Neuro-Linguistic Fluency) foi desenvolvido ao longo de mais de 10 anos com executivos de empresas como Banco do Brasil, BTG Pactual, Accenture e INTERPOL. Ele acelera a fluência ativando os mesmos mecanismos da imersão.
Na preparação de entrevista, o método é aplicado sobre o seu material real: a descrição da vaga, o seu currículo e a empresa que vai te entrevistar. O ganho aparece onde a língua custa a oferta, não num simulado genérico.
O professor Micael Jardim tem MBA, mestrado e doutorado obtidos em inglês, com vivência nos EUA e na Europa, e conduziu e enfrentou processos seletivos em inglês do lado de dentro e de fora da mesa.
Dá para fazer muito em duas ou três sessões concentradas: apresentação pronta, duas histórias STAR e a simulação. Para virar reflexo — e não decoreba que cai por terra na primeira pergunta inesperada — o intervalo útil é de 8 a 12 aulas.
É o uso mais frequente. Você manda a job description e o resume antes da aula; a simulação é feita com as perguntas que aquela vaga provavelmente vai fazer, com o vocabulário daquela indústria.
Trabalhamos o resume como material da aula: os verbos de ação, a frase de impacto e o que soa traduzido do português. O foco continua sendo a fala — o documento entra porque é dele que as perguntas saem.
Treinamos o listening no formato mais difícil, que é justamente o telefone: sem imagem, com ruído e com o recruiter lendo um roteiro rápido. Junto vêm as fórmulas para pedir repetição sem perder autoridade.
Sim. Antes de começar mapeamos o vocabulário do seu setor e as perguntas técnicas típicas da função, e a simulação passa a incluir esse bloco.
100% ao vivo, online, 1:1, com horário combinado com você — inclusive antes do trabalho ou à noite no seu fuso. Sem videoaula gravada e sem turma para acompanhar.
Sem formulário. Fale direto com a nossa equipe pelo WhatsApp, diga qual é a vaga e quando é a entrevista, e receba um plano de preparação sob medida. Faça a primeira aula: se não gostar, devolvemos o seu dinheiro.