TheReviewGame

Savings. Continuity. Credibility. Read all three.

Quatorze contratos em andamento chegam como pasta. Três colegas perguntam o que você leu; o CFO pede a recomendação.

The Review é um jogo gratuito para aprender inglês para gestão e análise de contratos: o inglês de quem abre a pasta antes de qualquer reunião. Run-rate, cost avoidance, off-contract spend, notice period, evergreen clause, take-or-pay. Você assume como Contract Manager da Vantera Industries com 14 contratos em andamento e, a cada dia, um deles chega no chat como dossiê: a tabela de gastos, a nota da operação e o e-mail do fornecedor. Três colegas perguntam o que você leu, e o CFO pede a recomendação em uma linha.

Ler o número não é ler o contrato

Quase todo profissional de contratos consegue ler um contrato em inglês com dicionário ao lado. O que trava é o passo seguinte: transformar a leitura em uma recomendação que sobreviva à pergunta do diretor, em inglês, com o número e a operação na mesma frase. Dizer “the price went up” quando o certo é “the index moved, the premium didn’t”. Chamar de economia o que é cost avoidance. Deixar passar um notice period e descobrir que o contrato se renovou sozinho por dois anos.

É esse inglês que está nas cartas. E tem uma regra escondida no baralho, que é a tese do jogo: o erro é decidir por uma lente só. A tabela manda recolocar o contrato em concorrência; a nota da operação avisa que não existe segundo fornecedor qualificado e que qualificar um leva quatro meses. Quem lê os dois chega a uma recomendação que se sustenta. Quem lê um só chega a uma opinião, e ela custa medidor.

Por isso a opção errada da carta final quase sempre ganha um medidor e afunda outro. Ela é ótima para quem só viu a planilha, ou só ouviu a fábrica. Nunca para quem leu a pasta inteira.

A pasta: o que chega antes da pergunta

Cada contrato entra na conversa como um arquivo compartilhado, com três documentos curtos — nenhum passa de uma tela de celular. É o formato de uma revisão de carteira de verdade, e é o que o jogo treina você a ler rápido.

  • A tabela — valor anual contra plano, variação, preço unitário contra benchmark de mercado, participação do fornecedor, data de vencimento.
  • A nota da operação — meia dúzia de linhas de quem usa o serviço: disponibilidade, o que quebra, se existe alternativa qualificada e em quanto tempo.
  • O e-mail do fornecedor — a proposta como ela chega, com a cláusula citada: renovação automática, prazo de aviso, reajuste, auditoria, mudança de controle.

Os números dos três documentos batem entre si de propósito, e a resposta certa quase nunca está em um deles sozinho. Se quiser levar o formato para o seu trabalho, ele está montado passo a passo em como apresentar uma revisão de contratos em inglês, com apresentação modelo em três níveis e áudio.

Os 14 contratos da carteira

Nenhum deles é um caso de escola. Cada um tem uma armadilha diferente, e várias delas são as que mais aparecem numa carteira real.

  • Northgate Logistics — frete rodoviário que renova sozinho em 30 dias, com uma rota sem segunda transportadora.
  • Ferro Steel Supply — aço com preço indexado, prêmio acima do mercado e pedido de compromisso de volume.
  • Meridian Facilities — facilities em três sites, faturando 450 mil a mais que o contrato em extras pedidos por WhatsApp.
  • Apex Maintenance — manutenção com relatório de economia que o financeiro não encontra e 212 horas de parada.
  • Kestrel Staffing — mão de obra temporária com margem de 43% e onze pessoas temporárias há mais de um ano.
  • Orbis Packaging — embalagem mais barata por unidade e um galpão cheio, em contrato sem data de fim.
  • Sentinel Systems — controle de acesso com fim de vida anunciado, aquisição a caminho e oferta de cinco anos.
  • Bluewater Energy — energia entre preço fixo e flutuante, com um turno novo e retirada mínima de 90%.
  • Calder Castings — fundidos com duas fontes qualificadas no mundo, uma delas a 94% da própria capacidade.
  • Pell Components — fazer ou comprar: 25 dólares de diferença por peça e um volume abaixo do equilíbrio.
  • Thorne Chemicals — o mesmo aditivo a três preços em três plantas, e nenhuma sabe o que a outra paga.
  • Baxley Tooling — ferramentaria pequena com 61% da receita vinda de nós e menos de três semanas de caixa.
  • Vale Packaging e outros 180 — cauda longa: 6% do gasto, 71% das notas e três fornecedores únicos escondidos dentro.
  • Strand Electrical — transformador com prazo dobrado, preço válido por 30 dias e o capital aprovado só em seis semanas.

Quem pergunta do outro lado

Quatro interlocutores, e cada um cobra uma leitura diferente do mesmo contrato. Eles falam com voz, e você pode tocar em qualquer palavra da fala para ver a tradução sem sair do jogo.

Tom Erickson, Finance Business Partner — personagem do The Review, jogo de inglês para gestão e análise de contratos
Tom EricksonFinance Business Partnerrun-rate, indexation, markup, working capital
Ian Whitcombe, Operations Manager — personagem do The Review, jogo de inglês para gestão e análise de contratos
Ian WhitcombeOperations Managerlead time, fill rate, allocation, mean time to repair
Priya Raman, Contracts Counsel — personagem do The Review, jogo de inglês para gestão e análise de contratos
Priya RamanContracts Counselnotice period, evergreen, take-or-pay, change of control
Marcus Hale, Chief Financial Officer — personagem do The Review, jogo de inglês para gestão e análise de contratos
Marcus HaleChief Financial Officerextend, renegotiate, rebid, consolidate, insource, exit

Os 56 termos que você treina

Um baralho por lente. Dá para treinar uma leitura de cada vez — financeira, operacional, cláusulas e prazos, estratégia de renovação — antes de encarar a revisão da carteira inteira, que embaralha as quatro com risco real.

Financial Reading

  • run-rate — ritmo de gasto: o quanto você vai continuar gastando se nada mudar — separa o problema de preço do problema de volume
  • indexation — indexação: preço atrelado a um índice público; a parte negociável é o prêmio por cima, nunca o índice
  • off-contract spend — gasto fora do contrato: compras feitas do mesmo fornecedor sem passar pela tabela acordada, onde a maior parte do orçamento vaza
  • cost avoidance — custo evitado: um aumento que você recusou, não uma redução — é real, mas nunca aparece no resultado contábil
  • markup — margem aplicada: o percentual que a empresa acrescenta sobre o custo direto, e o único número comparável com o mercado
  • working capital — capital de giro: o dinheiro parado em estoque em vez de em caixa — é onde o desconto por unidade costuma se desfazer
  • recurring cost — custo recorrente: a linha que volta todo período, e que num contrato de assinatura importa mais que o preço de entrada
  • fixed versus floating — preço fixo ou flutuante: quem carrega o risco de mercado, o fornecedor ou você
  • landed cost — custo posto na fábrica: preço mais frete, imposto, inspeção e refugo — o único número que compara duas cotações de países diferentes
  • break-even volume — volume de equilíbrio: a partir de quanto fabricar sai mais barato que comprar. Abaixo dele, o custo variável engana
  • price dispersion — dispersão de preços: o que você paga de diferente pelo mesmo item entre sites. O menor preço interno é prova do que é possível
  • credit exposure — exposição de crédito: com fornecedor dependente, corre ao contrário — impor prazo que ele não financia transforma a insolvência dele em falta sua
  • tail spend — cauda longa de gastos: muitos fornecedores pequenos, pouca verba e a maior parte das notas. A economia está no custo de processar, não no preço
  • price escalation — escalada de preços do mercado, não do fornecedor. O teste é quantos concorrentes recusaram cotar

Operational Reading

  • single point of failure — ponto único de falha: a dependência sem alternativa — ameaçar sair de onde não se pode sair não é alavanca
  • allocation — cota de fornecimento: a fatia da capacidade do fornecedor reservada para você; sem cota livre no concorrente, o volume não é ameaça
  • roster — escala de pessoal: quem deveria estar em cada turno — só protege se houver registro de presença conferido contra a fatura
  • mean time to repair — tempo médio de reparo: da falha até voltar a funcionar, peça incluída — o fornecedor que só mede a chegada do técnico bate a meta e você perde as horas
  • fill rate — taxa de atendimento: quantas das vagas pedidas foram efetivamente preenchidas; a diferença você paga em hora extra
  • lead time — prazo de entrega: do pedido até a chegada — prazo longo obriga estoque alto, por isso é a causa a atacar antes do lote mínimo
  • end-of-life — fim de vida útil: a data após a qual não há mais peça, correção nem suporte; define o prazo da migração, não o fornecedor dela
  • demand charge — tarifa de demanda: cobrada pelo pico de consumo, não pelo total — quem controla esse número é a operação, não a tarifa
  • capacity constraint — restrição de capacidade: teto físico de produção. Não se negocia, porque nenhuma cláusula faz a peça existir
  • capacity utilisation — utilização da capacidade: quanto da capacidade disponível está em uso. Mede máquina, e às vezes o gargalo é gente
  • specification alignment — alinhamento de especificação: pôr os sites na mesma especificação, por escrito. É o passo que viabiliza a consolidação
  • first-pass yield — índice de acerto de primeira: a parcela que sai conforme sem retrabalho. Queda em fornecedor sem caixa é problema de capacidade, não de carta
  • maverick buying — compra fora do canal: sintoma de processo lento, não de indisciplina. Responde a um caminho mais rápido, nunca a uma proibição
  • order book — carteira de pedidos do fabricante: com a carteira cheia, prazo de entrega deixa de ser compromisso e passa a ser posição na fila

Terms & Timing

  • notice period — prazo de aviso prévio: a antecedência para impedir a renovação automática; perder essa data renova o contrato sozinho
  • volume commitment — compromisso de volume: o mínimo que você paga usando ou não, com multa sobre a diferença se não alcançar
  • termination for convenience — rescisão imotivada: o direito de encerrar sem precisar provar culpa, só avisando
  • benchmarking clause — cláusula de comparação de mercado: o direito de testar os preços do fornecedor durante o contrato, e ajustá-los se estiverem fora
  • conversion fee — taxa de efetivação: o que se paga para contratar diretamente um profissional da agência — negocia-se em escala decrescente até zero
  • evergreen clause — cláusula de renovação indefinida: contrato sem data de fim, e portanto sem momento natural de revisão
  • change of control — mudança de controle acionário: o que acontece quando o fornecedor é vendido; escrita como direito de rescisão protege você, escrita como aviso protege ele
  • take-or-pay — compromisso de retirada mínima: você paga o volume contratado mesmo sem consumir
  • approved vendor list — lista de fornecedores aprovados (AVL): o registro de quem está qualificado para a peça. Quem controla a lista controla a concorrência
  • tooling ownership — propriedade do ferramental: quem possui os moldes e dispositivos da sua peça. É o custo de troca que ninguém coloca na planilha
  • most favoured customer — cláusula de cliente mais favorecido: nenhum site paga mais que o melhor preço dado a qualquer site. Só funciona com direito de verificação
  • step-in rights — direito de assunção: na quebra do fornecedor, você toma posse do seu ferramental e dos desenhos sem negociar com a massa falida
  • framework agreement — contrato guarda-chuva: fixa condições e preços uma vez, e cada pedido é acionado contra ele. Quatro documentos em vez de cento e sessenta e oito
  • firm order — pedido firme: compromisso incondicional de compra. Antes da aprovação do capital, é desvio de governança antes de ser risco comercial

Renewal Strategy

  • dual-source — qualificar um segundo fornecedor: o movimento que transforma dependência em negociação
  • extend — estender: manter o fornecedor reescrevendo as condições que importam — não é o mesmo que renovar como está
  • consolidate — consolidar: juntar contratos dispersos sob um só, pelo controle que isso dá, não pelo desconto de vitrine
  • rebid — recolocar em concorrência: só funciona quando existe mercado capaz de absorver o volume
  • insource — internalizar: trazer para dentro o que vinha de fornecedor, tipicamente quem já é permanente em tudo menos na nota fiscal
  • renegotiate — renegociar: reabrir os termos com o mesmo fornecedor quando o custo está nas condições, e não no preço
  • transition plan — plano de transição: a sequência que permite trocar de fornecedor sem parar a operação — é o que torna a concorrência segura
  • lock in — travar preço: fixar por um prazo o que você não controla, mantendo em aberto a parte que ainda pode crescer
  • market sounding — sondagem de mercado: consulta estruturada ao que o mercado poderia oferecer, antes de se comprometer. Não é licitação, ninguém propõe preço
  • make-or-buy — fazer ou comprar: a comparação entre produzir internamente e comprar, sempre a um volume declarado. Muda de resposta quando o volume muda
  • demand aggregation — agregação de demanda: juntar o volume de vários sites antes de ir ao mercado. É o que transforma três compradores fracos em um crível
  • supplier development — desenvolvimento de fornecedor: investir na capacidade ou no caixa dele para garantir o abastecimento. Não é caridade, paga-se com compromisso e recebe-se segurança
  • supplier rationalisation — racionalização da base: reduzir de propósito o número de fornecedores. A disciplina está na exceção, porque o fornecedor único parece igual aos outros no relatório
  • forward buy — compra antecipada: comprometer-se antes da necessidade para garantir preço ou vaga. Aplica-se ao item que manda na data, e com teto

Como funciona

Três medidores reagem a cada escolha, cada um com sua própria regra de fim de jogo. Savings chegando a zero significa que a revisão custou mais do que devolveu, e acaba na hora. Continuity abaixo de 30 duas vezes (não importa quando) e a operação para de deixar você perto do que é crítico. Credibility abaixo de 20 por dois turnos seguidos, ou três dos últimos cinco, e o CFO para de ler as suas recomendações até o fim — e recomendação que não é lida não existe.

Leve os três acima de 70 ao mesmo tempo e você vira Head of Procurement. Quem chega lá entra no ranking: vence quem precisa de menos dias, e o tempo de relógio desempata. É o mesmo cargo com que começa o The Renewal, de propósito: a carreira continua lá, na mesa de negociação.

Para turmas, treinamento e aula in-company

Se você dá aula para uma turma de compras, contratos ou jurídico, a pasta resolve o problema mais chato de aula de inglês de negócios: o insumo. Cada contrato é um texto autêntico e curto, com tabela, nota e e-mail — três registros diferentes na mesma tela. Projete um contrato, dê dois minutos de leitura e peça a recomendação em uma frase antes de revelar a consequência. Em duplas, mande um aluno defender a leitura financeira e o outro a operacional, e deixe a discordância acontecer. Como tarefa, peça a partida inteira e use o relatório que chega por e-mail como pauta.

O que a turma leva para o trabalho não é a lista de 56 termos. É ter sentido, com consequência na tela, que uma recomendação construída sobre metade da evidência costuma ser a que parece mais óbvia.

Do jogo para a revisão de verdade

Recomendar bem para um CFO fictício é divertido. Sustentar a recomendação em inglês quando o diretor interrompe no meio, pergunta quanto custa esperar e por que não recolocar em concorrência, é outra coisa — e é isso que a gente treina nas aulas da Lingualize: os seus contratos, os seus números, com alguém do outro lado fazendo as perguntas difíceis.

Falar sobre inglês para contratos →

Se você quer o passo a passo escrito, comece por como apresentar uma revisão de contratos de TI em inglês ou pelo guia de inglês para contratos. Depois de ler e recomendar, a mesa é no The Renewal, e a compra nova é no The Award, com a teoria do pacote na página de inglês para CAPEX. Se o seu mundo é mais reunião de resultado que carteira de contratos, o The Dividend Game faz o mesmo com vocabulário financeiro. Tudo isso e mais nas ferramentas gratuitas da Lingualize.

Perguntas frequentes

Preciso de cadastro para jogar?

Não. O jogo roda inteiro no navegador, sem login e sem custo. E-mail só é pedido em duas situações opcionais: para entrar no ranking e para receber o relatório da partida.

Qual a diferença entre o The Review e o The Renewal?

O momento do trabalho. No The Review você está na escrivaninha, antes de qualquer conversa: lê a pasta do contrato, cruza o número com a operação e recomenda ao CFO. No The Renewal o fornecedor já está na linha e você negocia. Vocabulário diferente, mesma empresa fictícia e os mesmos colegas — quem joga os dois na ordem faz o caminho inteiro, da leitura à mesa.

Que inglês eu aprendo aqui?

56 termos de leitura e análise de contrato, em quatro frentes: financeira (run-rate, cost avoidance, off-contract spend, working capital), operacional (single point of failure, lead time, fill rate, mean time to repair), cláusulas e prazos (notice period, evergreen clause, take-or-pay, change of control) e estratégia de categoria (extend, rebid, consolidate, make-or-buy, market sounding, supplier development, forward buy). Seis das pastas são de sourcing: fundidos com duas fontes no mundo, fazer ou comprar, o mesmo insumo a três preços, o fornecedor pequeno que depende de nós, cento e oitenta fornecedores sem contrato e um transformador num mercado sem capacidade. Cada termo chega dentro de uma decisão, e a explicação vem logo depois da sua escolha.

O que é a pasta que aparece no chat?

É o dossiê do contrato, e é o que torna este jogo diferente dos outros da casa. Cada contrato chega com três documentos curtos: a tabela com os números, a nota de quem opera o serviço e o e-mail do fornecedor com a cláusula citada. As quatro perguntas seguintes são sobre o que está ali. Dá para tocar em qualquer palavra da pasta e ver a tradução.

Serve para quem trabalha com o quê, exatamente?

Gestão de contratos, compras e procurement, strategic sourcing, supply chain, contract lifecycle management, jurídico contratual, FinOps e finanças que aprovam renovação. Se você já precisou explicar a um diretor por que um contrato deve ser estendido em vez de recolocado em concorrência, o vocabulário é o seu.

Qual nível de inglês eu preciso ter?

É o degrau acima do The Renewal: inglês profissional de B2 em diante, com boa parte das cartas em C1. A razão é o formato — há texto para ler antes de responder, e é assim mesmo que um contrato chega. Qualquer palavra, na pasta ou na conversa, mostra a tradução ao toque.

Dá para usar em turma, treinamento ou aula in-company?

Dá, e a pasta ajuda bastante. Projete um contrato, dê dois minutos para a turma ler os três documentos e peça a recomendação em uma frase, em inglês, antes de revelar a consequência. Funciona também em duplas, com os alunos defendendo leituras diferentes do mesmo dossiê — que é exatamente a discussão que o jogo quer provocar. Gratuito, sem instalação e sem cadastro.

Como se vence o jogo?

Levando Savings, Continuity e Credibility acima de 70 ao mesmo tempo, e aí o CFO te entrega compras: você vira Head of Procurement, que é o cargo em que o The Renewal começa. Não existe roteiro fixo, e as cartas de cada contrato vêm sempre na ordem de leitura: número, operação, cláusula, recomendação.

Como se perde o jogo?

De três jeitos. Savings chegando a zero significa que a revisão custou mais do que devolveu, e acaba na hora. Continuity abaixo de 30 em dois momentos quaisquer e a operação para de deixar você perto do que é crítico. Credibility abaixo de 20 por dois turnos seguidos, ou três dos últimos cinco, e o CFO para de ler as suas recomendações até o fim. Um erro isolado não mata: o que custa o cargo é a leitura enviesada repetida.

As perguntas cobram definição de termo?

Não. Toda carta é uma decisão com consequência nos três medidores, nunca “o que significa X”. E a carta final de cada contrato tem uma armadilha proposital: a opção errada costuma ser excelente por uma das lentes e desastrosa pela outra. Recomendar bem exige ter lido as duas.

Como funciona o ranking?

Só entra quem chega a Head of Procurement. O critério é o menor número de dias até a promoção; empate desempata pelo menor tempo de relógio. Para registrar a posição é preciso deixar nome e e-mail, e jogar continua livre e anônimo.